viernes, 19 de noviembre de 2010




Por qué pedirle al cielo que me inunde de soles
si solo con tu luz me sacio, sí solo con tu amor me lleno
De que vasto torrente de luces vienes
que deshaces  la más obscura noche
En un segundo calmas los derroches
que la vida marcó entre mi silencio,
ajando  surcos en  mi existencia
Pueblas  espacios que no admiten secretos
A voz tenue pones alegría infinita
arropas de palabras  verdades sencillas
la música de bosques desconocidos
hecha de cantos de pájaros y sonidos del viento
Contra las hojas de la vida, tu presencia de refugio
cálido y ecuánime indicador del camino
a la cosecha de amor que derramas
no tengo más que agradecido, extender mis brazos



Por que pedir ao céu que me inunde de sóis
Se somente com teu sol sacio-me, se somente com teu amor estou completo
De que vasta torrente de luzes procede
Que desfaz  a noite mais escura
Calmas em um segundo os esbanjamentos
Que a vida marcou entre os meus silêncios
Talhando  sulcos na fronteira da minha existência
Povoa com espaços que não admitem segredos
Pões alegrias infinitas às vozes tênues
Agasalhas de palavras e verdades simples
A música dos desconhecidos bosques
Feita de cantos de pássaros e os sons do vento
Contra as folhas da vida, sua presença de refúgio
Cálido e equânime indicador do caminho
À colheita de amor que derramas
Não tenho mais que agradecido, estirar os meus braços.

Traducción al Portugués por mi amiga : Carmen Rivero Colina.

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